Introdução ao tema
A literatura sobre liderança é extensa e variada. Em março de 2009, uma busca no Google pela palavra "liderança" rendeu mais de 9 milhões de links.
Em inglês, o termo "leadership" resultou em mais de 150 milhões de aparições na internet.
Pesquisas na área comprovam: uma empresa com líderes por todos os níveis hierárquicos pode ter em média uma rentabilidade 20% maior do que empresas que não abrem espaço para lideranças.
Confira uma das inúmeras definições para liderança:
"Um conjunto de competência adquiridas por um indivíduo, que aplicadas a outro indivíduo ou a um grupo de pessoas, é capaz de influenciá-lo na superação de limites."
Cesar Souza, em seu artigo Conquistar e Fidelizar (2009), complementa: "O líder deve desenvolver a visão comum, o consenso de um propósito. Deve estar comprometido com o sonho coletivo."
No artigo Liderança, o professor João Alfredo Biscaia traduz de forma objetiva a diferença entre o chefe e o líder:
"Chefiar é fazer com que as pessoas façam o que é preciso. Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer o que é preciso."
Mitos da Liderança
Mitos são lendas, histórias fantásticas que nos fazem criar uma imagem de algo que é impossível de destruir, como se fosse uma verdade absoluta.
Segundo Baldwin (2008), a liderança é multidimensional e não está limitada a características pessoais como carisma, habilidades interpessoais e organizacionais.
Clique nos tópicos.
A Liderança através dos tempos
A temática liderança não é o fruto da sociedade do conhecimento.
Entre os faraós já se discutia o assunto, Hieróglifos de 2300 aC. mencionavam três qualidades essenciais atribuídas aos faraós: autoridade, percepção e justiça.
Ente os gregos, o líder era visto como um herói obrigatoriamente do sexo masculino. Platão descreve em A República o líder ideal, praticamente um deus, associando-o a um herói indestrutível.
Em O Príncipe, Maquiavel (1513) descreveu os riscos da liderança e os desafios para preservar a posição de líder: "Afirma-se que os líderes precisam de firmeza e da preocupação suprema de manter o poder, a autoridade e a ordem no exercício do governo. O ideal é que estes três objetivos sejam alcançados pela conquista da simpatia popular, mas caso isso não seja possível, então a ameaça, o engano e a violência podem ser necessários. Deve-se recorrer à força quando a lei não é suficiente."
Um salto no tempo, e chegamos à primeira metade do século XX: o psicólogo norte-americano John B. Watson (1878-1958) fundou a escola Behaviorista (do inglês behavior- comportamento).
Em síntese, a teoria de Watson afirma que o comportamento é algo mensurável, que também pode ser aprendido e melhorado.
Skinner, inspirado em Watson e sua teoria, utilizou os princípios do behaviorismo na psicoterapia, na educação e até na formulação de políticas públicas.
Atualmente, estabelecemos relação entre a teoria comportamental de Watson e três estilos básicos de liderança, veja como:
Clique nos tópicos.
Eficiência Gerencial e o Papel do Líder Atual
Os aspirantes a uma posição de liderança, no início do desenvolvimento de suas competências, devem entender as necessidades específicas de cada indivíduo em um determinado tempo.
Mais do que ter conhecimentos de administração, um líder eficaz precisa também conhecer um pouco de psicologia, sociologia e principalmente de comportamento humano e organizacional.
Em janeiro de 1975, foi lançada no Brasil Psicologia para Administradores, obra de Paul Hersey e Kenneth H. Blanchard, que abriu espaço para o estudo da psicologia organizacional nas universidades e adentrou as salas de diretores, gerentes e todos aqueles que haviam escolhido ser líder.
A liderança situacional baseia-se na inter-relação entre a orientação para a tarefa e o apoio emocional para sua realização, e depende da maturidade do liderado, ou seja, de sua disposição e preparo para assumir tal tarefa.
Veja como esta teoria pode ser representada graficamente:
Para aplicar este conceito, é necessário desenvolver três características:
Clique nos tópicos.
Os conceitos de liderança vistos neste módulo o ajudarão em seu caminho para tornar-se um líder eficaz, focado em resultados e no desenvolvimento das capacidades de sua equipe.
Introdução ao tema
A literatura sobre liderança é extensa e variada. Em março de 2009, uma busca no Google pela palavra "liderança" rendeu mais de 9 milhões de links.
Em inglês, o termo "leadership" resultou em mais de 150 milhões de aparições na internet.
Pesquisas na área comprovam: uma empresa com líderes por todos os níveis hierárquicos pode ter em média uma rentabilidade 20% maior do que empresas que não abrem espaço para lideranças.
Confira uma das inúmeras definições para liderança:
"Um conjunto de competência adquiridas por um indivíduo, que aplicadas a outro indivíduo ou a um grupo de pessoas, é capaz de influenciá-lo na superação de limites."
Cesar Souza, em seu artigo Conquistar e Fidelizar (2009), complementa: "O líder deve desenvolver a visão comum, o consenso de um propósito. Deve estar comprometido com o sonho coletivo."
No artigo Liderança, o professor João Alfredo Biscaia traduz de forma objetiva a diferença entre o chefe e o líder:
"Chefiar é fazer com que as pessoas façam o que é preciso. Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer o que é preciso."
Mitos da Liderança
Mitos são lendas, histórias fantásticas que nos fazem criar uma imagem de algo que é impossível de destruir, como se fosse uma verdade absoluta.
Segundo Baldwin (2008), a liderança é multidimensional e não está limitada a características pessoais como carisma, habilidades interpessoais e organizacionais.
Líderes nascem não são feitos:
Se os líderes nascem prontos, não precisariam de recursos de formação.
Muitos acreditam que líderes já nascem líderes e quando assumem posições de liderança, o sentimento dos colegas é de "Eu já sabia". Este é um grande mito.
Qualquer indivíduo pode se tornar líder. Talvez você ainda não tenha esta função na sua empresa, mas um bom treinamento irá prepará-lo para assumi-la.
Para ser líder é preciso disposição, estudo e resultados.
Líderes devem ser carismáticos:
A percepção de carisma é bastante particular, e pode variar entre diferentes pessoas.
Talvez para você o seu líder seja carismático, mas para o seu colega de trabalho não.
O carisma não é uma condição necessária para liderar equipes. Há inúmeros exemplos de excelentes líderes que não eram carismáticos, e ainda assim conduziram suas equipes ao sucesso.
Liderança existe somente no topo da organização:
Um grande mito, uma vez que a liderança permeia a organização.
Você pode encontrar líderes em qualquer nível hierárquico.
Liderança não é gerenciamento:
O gerenciamento é uma visão de métodos e processos, e o líder é aquele que lida com objetivos.
Assim, pode-se dizer que o líder oferece a visão para a equipe, enquanto o gerente preocupa-se com a rotina diária. Nas organizações, há o líder-gerente, uma posição perigosa pois as tarefas diárias e o excesso delas podem afastar o indivíduo do papel de líder.
Incompetência para liderança resulta de ter pouco da "coisa certa":
O mito aqui é de que o fracasso é mais relacionado com uma série de comportamentos indesejáveis do que com a falta de qualidades desejáveis.
A Liderança através dos tempos
A temática liderança não é o fruto da sociedade do conhecimento.
Entre os faraós já se discutia o assunto, Hieróglifos de 2300 aC. mencionavam três qualidades essenciais atribuídas aos faraós: autoridade, percepção e justiça.
Ente os gregos, o líder era visto como um herói obrigatoriamente do sexo masculino. Platão descreve em A República o líder ideal, praticamente um deus, associando-o a um herói indestrutível.
Em O Príncipe, Maquiavel (1513) descreveu os riscos da liderança e os desafios para preservar a posição de líder: "Afirma-se que os líderes precisam de firmeza e da preocupação suprema de manter o poder, a autoridade e a ordem no exercício do governo. O ideal é que estes três objetivos sejam alcançados pela conquista da simpatia popular, mas caso isso não seja possível, então a ameaça, o engano e a violência podem ser necessários. Deve-se recorrer à força quando a lei não é suficiente."
Um salto no tempo, e chegamos à primeira metade do século XX: o psicólogo norte-americano John B. Watson (1878-1958) fundou a escola Behaviorista (do inglês behavior- comportamento).
Em síntese, a teoria de Watson afirma que o comportamento é algo mensurável, que também pode ser aprendido e melhorado.
Skinner, inspirado em Watson e sua teoria, utilizou os princípios do behaviorismo na psicoterapia, na educação e até na formulação de políticas públicas.
Atualmente, estabelecemos relação entre a teoria comportamental de Watson e três estilos básicos de liderança, veja como:
Estilo autocrático
Caracterizado pelo controle do grupo, das atividades e das decisões pelo líder, que dita as atividades dos membros da equipe e como devem ser os padrões de relacionamento entre eles.
Estilo democrático
Estilo que enfatiza a participação do grupo em decisões que envolvam a maioria, com todos os membros da equipe trabalhando em conjunto, estimulando o desenvolvimento de todos, bem como um alto grau de relações interpessoais e decisões baseadas em consenso.
Estilo laissez-faire
Este é o estilo permissivo liberal. Envolve um baixo nível de qualquer tipo de atividade exercida pelo líder, cabendo a cada liderando a iniciativa, a decisão e a responsabilidade por suas atividades. Como o líder não assume, a equipe se perde, e os objetivos também.
Eficiência Gerencial e o Papel do Líder Atual
Os aspirantes a uma posição de liderança, no início do desenvolvimento de suas competências, devem entender as necessidades específicas de cada indivíduo em um determinado tempo.
Mais do que ter conhecimentos de administração, um líder eficaz precisa também conhecer um pouco de psicologia, sociologia e principalmente de comportamento humano e organizacional.
Em janeiro de 1975, foi lançada no Brasil Psicologia para Administradores, obra de Paul Hersey e Kenneth H. Blanchard, que abriu espaço para o estudo da psicologia organizacional nas universidades e adentrou as salas de diretores, gerentes e todos aqueles que haviam escolhido ser líder.
A liderança situacional baseia-se na inter-relação entre a orientação para a tarefa e o apoio emocional para sua realização, e depende da maturidade do liderado, ou seja, de sua disposição e preparo para assumir tal tarefa.
Veja como esta teoria pode ser representada graficamente:
Para aplicar este conceito, é necessário desenvolver três características:
Flexibilidade:
Para exercer a liderança situacional, o líder deve ser flexível e saber em que momento a equipe se encontra para aplicar devidamente o apoio emocional e o apoio de tarefa.
Capacidade de elaborar diagnóstico:
O líder situacional deve diagnosticar o ambiente e projetos futuros para se necessário mudar seu estilo de liderança, e diagnosticar o grau de participação dos seus liderados nas decisões.
Habilidade para negociar acordos:
Em determinadas situações, o líder deve considerar a volta a estilos anteriores devido ao grau de maturidade dos liderados em determinados processos.
Os conceitos de liderança vistos neste módulo o ajudarão em seu caminho para tornar-se um líder eficaz, focado em resultados e no desenvolvimento das capacidades de sua equipe.
Introdução ao tema
A literatura sobre liderança é extensa e variada. Em março de 2009, uma busca no Google pela palavra "liderança" rendeu mais de 9 milhões de links.
Em inglês, o termo "leadership" resultou em mais de 150 milhões de aparições na internet.
Pesquisas na área comprovam: uma empresa com líderes por todos os níveis hierárquicos pode ter em média uma rentabilidade 20% maior do que empresas que não abrem espaço para lideranças.
Confira uma das inúmeras definições para liderança:
"Um conjunto de competência adquiridas por um indivíduo, que aplicadas a outro indivíduo ou a um grupo de pessoas, é capaz de influenciá-lo na superação de limites."
Cesar Souza, em seu artigo Conquistar e Fidelizar (2009), complementa: "O líder deve desenvolver a visão comum, o consenso de um propósito. Deve estar comprometido com o sonho coletivo."
No artigo Liderança, o professor João Alfredo Biscaia traduz de forma objetiva a diferença entre o chefe e o líder:
"Chefiar é fazer com que as pessoas façam o que é preciso. Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer o que é preciso."
Mitos da Liderança
Mitos são lendas, histórias fantásticas que nos fazem criar uma imagem de algo que é impossível de destruir, como se fosse uma verdade absoluta.
Segundo Baldwin (2008), a liderança é multidimensional e não está limitada a características pessoais como carisma, habilidades interpessoais e organizacionais.
Clique nos tópicos.
A Liderança através dos tempos
A temática liderança não é o fruto da sociedade do conhecimento.
Entre os faraós já se discutia o assunto, Hieróglifos de 2300 aC. mencionavam três qualidades essenciais atribuídas aos faraós: autoridade, percepção e justiça.
Ente os gregos, o líder era visto como um herói obrigatoriamente do sexo masculino. Platão descreve em A República o líder ideal, praticamente um deus, associando-o a um herói indestrutível.
Em O Príncipe, Maquiavel (1513) descreveu os riscos da liderança e os desafios para preservar a posição de líder: "Afirma-se que os líderes precisam de firmeza e da preocupação suprema de manter o poder, a autoridade e a ordem no exercício do governo. O ideal é que estes três objetivos sejam alcançados pela conquista da simpatia popular, mas caso isso não seja possível, então a ameaça, o engano e a violência podem ser necessários. Deve-se recorrer à força quando a lei não é suficiente."
Um salto no tempo, e chegamos à primeira metade do século XX: o psicólogo norte-americano John B. Watson (1878-1958) fundou a escola Behaviorista (do inglês behavior- comportamento).
Em síntese, a teoria de Watson afirma que o comportamento é algo mensurável, que também pode ser aprendido e melhorado.
Skinner, inspirado em Watson e sua teoria, utilizou os princípios do behaviorismo na psicoterapia, na educação e até na formulação de políticas públicas.
Atualmente, estabelecemos relação entre a teoria comportamental de Watson e três estilos básicos de liderança, veja como:
Clique nos tópicos.
Eficiência Gerencial e o Papel do Líder Atual
Os aspirantes a uma posição de liderança, no início do desenvolvimento de suas competências, devem entender as necessidades específicas de cada indivíduo em um determinado tempo.
Mais do que ter conhecimentos de administração, um líder eficaz precisa também conhecer um pouco de psicologia, sociologia e principalmente de comportamento humano e organizacional.
Em janeiro de 1975, foi lançada no Brasil Psicologia para Administradores, obra de Paul Hersey e Kenneth H. Blanchard, que abriu espaço para o estudo da psicologia organizacional nas universidades e adentrou as salas de diretores, gerentes e todos aqueles que haviam escolhido ser líder.
A liderança situacional baseia-se na inter-relação entre a orientação para a tarefa e o apoio emocional para sua realização, e depende da maturidade do liderado, ou seja, de sua disposição e preparo para assumir tal tarefa.
Veja como esta teoria pode ser representada graficamente:
Para aplicar este conceito, é necessário desenvolver três características:
Clique nos tópicos.
Os conceitos de liderança vistos neste módulo o ajudarão em seu caminho para tornar-se um líder eficaz, focado em resultados e no desenvolvimento das capacidades de sua equipe.
Introdução ao tema
A literatura sobre liderança é extensa e variada. Em março de 2009, uma busca no Google pela palavra "liderança" rendeu mais de 9 milhões de links.
Em inglês, o termo "leadership" resultou em mais de 150 milhões de aparições na internet.
Pesquisas na área comprovam: uma empresa com líderes por todos os níveis hierárquicos pode ter em média uma rentabilidade 20% maior do que empresas que não abrem espaço para lideranças.
Confira uma das inúmeras definições para liderança:
"Um conjunto de competência adquiridas por um indivíduo, que aplicadas a outro indivíduo ou a um grupo de pessoas, é capaz de influenciá-lo na superação de limites."
Cesar Souza, em seu artigo Conquistar e Fidelizar (2009), complementa: "O líder deve desenvolver a visão comum, o consenso de um propósito. Deve estar comprometido com o sonho coletivo."
No artigo Liderança, o professor João Alfredo Biscaia traduz de forma objetiva a diferença entre o chefe e o líder:
"Chefiar é fazer com que as pessoas façam o que é preciso. Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer o que é preciso."
Mitos da Liderança
Mitos são lendas, histórias fantásticas que nos fazem criar uma imagem de algo que é impossível de destruir, como se fosse uma verdade absoluta.
Segundo Baldwin (2008), a liderança é multidimensional e não está limitada a características pessoais como carisma, habilidades interpessoais e organizacionais.
Líderes nascem não são feitos:
Se os líderes nascem prontos, não precisariam de recursos de formação.
Muitos acreditam que líderes já nascem líderes e quando assumem posições de liderança, o sentimento dos colegas é de "Eu já sabia". Este é um grande mito.
Qualquer indivíduo pode se tornar líder. Talvez você ainda não tenha esta função na sua empresa, mas um bom treinamento irá prepará-lo para assumi-la.
Para ser líder é preciso disposição, estudo e resultados.
Líderes devem ser carismáticos:
A percepção de carisma é bastante particular, e pode variar entre diferentes pessoas.
Talvez para você o seu líder seja carismático, mas para o seu colega de trabalho não.
O carisma não é uma condição necessária para liderar equipes. Há inúmeros exemplos de excelentes líderes que não eram carismáticos, e ainda assim conduziram suas equipes ao sucesso.
Liderança existe somente no topo da organização:
Um grande mito, uma vez que a liderança permeia a organização.
Você pode encontrar líderes em qualquer nível hierárquico.
Liderança não é gerenciamento:
O gerenciamento é uma visão de métodos e processos, e o líder é aquele que lida com objetivos.
Assim, pode-se dizer que o líder oferece a visão para a equipe, enquanto o gerente preocupa-se com a rotina diária. Nas organizações, há o líder-gerente, uma posição perigosa pois as tarefas diárias e o excesso delas podem afastar o indivíduo do papel de líder.
Incompetência para liderança resulta de ter pouco da "coisa certa":
O mito aqui é de que o fracasso é mais relacionado com uma série de comportamentos indesejáveis do que com a falta de qualidades desejáveis.
A Liderança através dos tempos
A temática liderança não é o fruto da sociedade do conhecimento.
Entre os faraós já se discutia o assunto, Hieróglifos de 2300 aC. mencionavam três qualidades essenciais atribuídas aos faraós: autoridade, percepção e justiça.
Ente os gregos, o líder era visto como um herói obrigatoriamente do sexo masculino. Platão descreve em A República o líder ideal, praticamente um deus, associando-o a um herói indestrutível.
Em O Príncipe, Maquiavel (1513) descreveu os riscos da liderança e os desafios para preservar a posição de líder: "Afirma-se que os líderes precisam de firmeza e da preocupação suprema de manter o poder, a autoridade e a ordem no exercício do governo. O ideal é que estes três objetivos sejam alcançados pela conquista da simpatia popular, mas caso isso não seja possível, então a ameaça, o engano e a violência podem ser necessários. Deve-se recorrer à força quando a lei não é suficiente."
Um salto no tempo, e chegamos à primeira metade do século XX: o psicólogo norte-americano John B. Watson (1878-1958) fundou a escola Behaviorista (do inglês behavior- comportamento).
Em síntese, a teoria de Watson afirma que o comportamento é algo mensurável, que também pode ser aprendido e melhorado.
Skinner, inspirado em Watson e sua teoria, utilizou os princípios do behaviorismo na psicoterapia, na educação e até na formulação de políticas públicas.
Atualmente, estabelecemos relação entre a teoria comportamental de Watson e três estilos básicos de liderança, veja como:
Estilo autocrático
Caracterizado pelo controle do grupo, das atividades e das decisões pelo líder, que dita as atividades dos membros da equipe e como devem ser os padrões de relacionamento entre eles.
Estilo democrático
Estilo que enfatiza a participação do grupo em decisões que envolvam a maioria, com todos os membros da equipe trabalhando em conjunto, estimulando o desenvolvimento de todos, bem como um alto grau de relações interpessoais e decisões baseadas em consenso.
Estilo laissez-faire
Este é o estilo permissivo liberal. Envolve um baixo nível de qualquer tipo de atividade exercida pelo líder, cabendo a cada liderando a iniciativa, a decisão e a responsabilidade por suas atividades. Como o líder não assume, a equipe se perde, e os objetivos também.
Eficiência Gerencial e o Papel do Líder Atual
Os aspirantes a uma posição de liderança, no início do desenvolvimento de suas competências, devem entender as necessidades específicas de cada indivíduo em um determinado tempo.
Mais do que ter conhecimentos de administração, um líder eficaz precisa também conhecer um pouco de psicologia, sociologia e principalmente de comportamento humano e organizacional.
Em janeiro de 1975, foi lançada no Brasil Psicologia para Administradores, obra de Paul Hersey e Kenneth H. Blanchard, que abriu espaço para o estudo da psicologia organizacional nas universidades e adentrou as salas de diretores, gerentes e todos aqueles que haviam escolhido ser líder.
A liderança situacional baseia-se na inter-relação entre a orientação para a tarefa e o apoio emocional para sua realização, e depende da maturidade do liderado, ou seja, de sua disposição e preparo para assumir tal tarefa.
Veja como esta teoria pode ser representada graficamente:
Para aplicar este conceito, é necessário desenvolver três características:
Flexibilidade:
Para exercer a liderança situacional, o líder deve ser flexível e saber em que momento a equipe se encontra para aplicar devidamente o apoio emocional e o apoio de tarefa.
Capacidade de elaborar diagnóstico:
O líder situacional deve diagnosticar o ambiente e projetos futuros para se necessário mudar seu estilo de liderança, e diagnosticar o grau de participação dos seus liderados nas decisões.
Habilidade para negociar acordos:
Em determinadas situações, o líder deve considerar a volta a estilos anteriores devido ao grau de maturidade dos liderados em determinados processos.
Os conceitos de liderança vistos neste módulo o ajudarão em seu caminho para tornar-se um líder eficaz, focado em resultados e no desenvolvimento das capacidades de sua equipe.
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